Belém tornou-se centro da agenda climática global com mais de 500 mil acessos na COP30

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Conferência movimentou delegações de 195 países e ampliou a presença de atores amazônicos, especialistas, setor privado e organizações sociais.

BELÉM (PA) – A capital paraense, Belém, sediou a COP30, registrando 513.848 acessos ao longo dos 12 dias de evento, somando a movimentação na Blue Zone (negociações) e na Green Zone (sociedade civil). Este marco evidencia o intenso interesse global e local pela primeira conferência da ONU sobre o clima realizada na Amazônia.

O fluxo superior a meio milhão de pessoas reflete a ampla mobilização internacional, o forte engajamento da sociedade civil e a diversidade de atores reunidos para debater soluções e caminhos de enfrentamento da crise climática a partir do território.

“A COP30 mostrou ao mundo a força da Amazônia e a capacidade do Brasil de organizar uma conferência diversa, plural e alinhada às melhores práticas internacionais. O fluxo de mais de meio milhão de acessos reflete o interesse global por soluções climáticas que dialoguem com o território e com as populações que cuidam da floresta”, afirmou Valter Correia, secretário extraordinário da COP30.


Participação Detalhada por Zonas

🟦 Blue Zone – Diplomacia Climática em Alta Intensidade

A área oficial das negociações da ONU recebeu delegações de 195 países.

  • Total de participantes credenciados: 42.582
  • Pico de circulação: 23.006 pessoas em 11 de novembro
  • Média diária: 18.270 acessos
  • Destaque: O evento incluiu a participação de 91 estudantes do ensino fundamental e médio de escolas públicas e privadas, os chamados Delegados do Futuro.

🟩 Green Zone – Forte Presença da Sociedade e das Comunidades Amazônicas

A Green Zone, o espaço aberto dedicado à sociedade civil, inovação, cultura, ciência e povos tradicionais, manteve um ritmo intenso de participação:

  • Total de visitantes: 294.262
  • Pico de público: 37.206 pessoas em 21 de novembro
  • Média diária: 24.521 acessos

A conferência em Belém se consolidou como um encontro plural, com presença significativa de povos indígenas, juventudes, especialistas, setor privado e representantes de governos. A diversidade de atores reforçou o papel da Amazônia como ponto de convergência para soluções climáticas e abriu espaço para novas formas de diálogo entre diferentes setores e territórios.

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